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terça-feira, 15 de março de 2016

Conheça a relação entre o fumo e a ansiedade




A ansiedade faz parte das emoções humanas que estão presentes na interação dos indivíduos com seu ambiente, e a maneira como ela se manifesta pode ser ‘natural’ ou seja, como um estimulo natural que impulsiona as pessoas agirem em seu cotidiano diante dos eventos e demandas diárias. Porém pode também se manifestar como uma emoção forte que causa doenças, sob a forma de estresse ou como um distúrbio psiquiátrico. Questões clínicas , a epidemiológicas, psicológicas e biológicas da ansiedade podem torná-la uma doença, uma patologia. Muito comum na modernidade a ansiedade tem estado presente como uma patologia do século justamente pelo estilo de vida e questões fisiológicas (neuroquimicas) .
Ansiedade é um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho.

Doenças associadas ao fumo:

Uma série de doenças está associada aos efeitos nocivos do fumo. O câncer é a mais comum. O tabaco é responsável por 30% das mortes por câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero) e por 90% das mortes por câncer de pulmão. Entretanto, as chances de se desenvolver um câncer de pulmão diminuem quando o indivíduo deixa de fumar e, segundo pesquisas, após 15 anos sem o uso da droga, os pulmões voltam ao normal, como os de um não fumante. Outras doenças como coronárias (angina, infarto do miocárdio, hipertensão arterial, colesterol alterado, embolia pulmonar e tromboflebite), cerebrovasculares (derrame cerebral, aneurismas arteriais), pulmonares obstrutivas crônicas (bronquite e enfisema), úlceras do trato digestivo, infecções respiratórias etc. estão também relacionados ao ato de fumar cigarros, charutos, cachimbos e cigarros de palha.

Tabagismo Passivo:

Hoje, o tabaco é considerado a maior fonte de poluição atmosférica ambiental. A população sofre uma contínua exposição aos efeitos nocivos dessa atmosfera poluída. Os não-fumantes expostos à fumaça do cigarro igualmente absorvem nicotina, monóxido de carbono e outras substâncias da mesma forma que os fumantes, embora em menor quantidade. A atmosfera fica carregada de nicotina, monóxido de carbono, substâncias cancerígenas e outras lesivas aos aparelhos respiratório e cardiovascular que se dispersam de forma homogênea pelo ambiente, afetando, a todos. A poluição tabagística ambiental provoca nos não-fumantes irritação nos olhos, rinites, tosse, cefaléia, problemas alérgicos das vias respiratórias, elevação da pressão arterial e angina (dor no peito), mal-estar, sem falar na diminuição do paladar, dentre outras que podem se manifestar em longo prazo. As crianças são as maiores vítimas da convivência involuntária.

Considerando-se que as pessoas passam 80% de seu tempo em locais fechados como no trabalho, residência, restaurantes, casas noturnas, escolas, hospitais, etc. o cigarro é considerado, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como o maior agente de poluição doméstica ambiental. A OMS juntamente com as outras organizações nacionais de saúde, lançou uma campanha de restrição ao uso do fumo em ambientes fechados.

Por que as pessoas fumam?

Noventa por cento das pessoas começam a fumar antes dos 19 anos de idade, fase de construção da personalidade, principalmente entusiasmados pela publicidade. Pais, professores, ídolos e amigos também são fortes influenciadores. A publicidade é uma das maiores aliciadoras ao uso do cigarro, atendendo às demandas sociais e às fantasias dos diferentes grupos de pessoas mais facilmente influenciáveis (adolescentes, mulheres, faixas economicamente mais pobres etc.), nas quais provoca a ilusão de que ao fumar, seus desejos podem ser realizados. Assim, o TABAGISMO é considerado um dos mais profundos sintomas de problemas pessoais e a Hipnose age no seu tratamento.

A cura pela Hipnose:

Os resultados positivos do tratamento, que se mostram definitivos na maioria dos casos, são obtidos através do equilíbrio entre a falta do desejo de fumar e a descoberta dos vários porquês patológicos que levam o indivíduo a adquirir tal hábito.

Durante o tratamento, o médico busca eliminar o símbolo negativo representado pelo cigarro e o substitui por um neutro. Dessa forma, colabora com o paciente para que este ponha em ação os seus mecanismos inconscientes que o levarão ao encontro de um símbolo positivo válido e com o mesmo potencial do que foi eliminado. Portanto, o paciente elimina o cigarro não por imposição, mas porque ele já não representa mais nenhum atrativo, prazer, desejo ou necessidade.

A duração do tratamento é variável, mas pode-se dizer que desde as primeiras sessões o paciente para de fumar. Há, porém, muitas pessoas que precisam se livrar do cigarro, mas que não demonstram nenhum empenho em busca deste objetivo. Por esta razão, sempre que tentam, sentem-se mais ansiosas e nervosas. Nelas o tratamento através da Hipnose surte ótimos resultados. A Hipnose busca a solução do problema através da reeducação da parte mais misteriosa e complexa da mente humana: o INCONSCIENTE, que, na verdade, comanda e domina todo o nosso ser.

HIPNOSE DINÂMICA – Uma nova abordagem para o parar de fumar. A técnica exclui a indução verbal e adoção de técnicas de comunicação não verbal, em que o paciente permanece consciente, com capacidade de percepção do tempo, espaço e principalmente controle de seus atos. Quando se fala em hipnose, muitas pessoas ainda acreditam que a técnica é um ato de magia. Na verdade, é uma ferramenta, um ato médico, que proporciona ao paciente um estado profundo de concentração por meio da diminuição da consciência periférica. A Hipnose Dinâmica possibilita o acesso ao inconsciente da mente humana, permitindo ao médico e ao paciente, juntos, localizar e resolve as problemáticas nela contida. O Método de Hipnose Dinâmica, desenvolvido desde 1975 na Itália para fins terapêuticos, trás muitos avanços em relação à hipnose tradicional. Em vez de usar o relaxamento e a comunicação verbal para levar o paciente ao transe, aplica a comunicação não-verbal, como postura, gestos, ruídos e toques que descarregam e provocam tensão. Não causa danos e não pode obrigar alguém a cometer atos contrários aos seus princípios. Diferencia-se da hipnose tradicional especialmente pela sua duração e pelo uso da comunicação não verbal, a Hipnose Dinâmica não necessita mais do que três ou quatro minutos para a indução. Consciente durante toda a sessão, o paciente não é passivamente sugestionado, passa a interferir nas mudanças da estrutura da personalidade, conseguindo eliminar seus mecanismos de defesa e deixando que o inconsciente encontre as respostas para os próprios problemas. O tratamento com hipnose clínica possibilita o contato com o inconsciente, ou seja, com as emoções que não passam pelos julgamentos, críticas e avaliações da mente consciente. A partir da comunicação com o inconsciente, o paciente reconhece seus reais sentimentos (desejos, medos, angústias, dúvidas, paixões) e, desta forma, consegue reordená-los, reorganizá-los de uma maneira que proporcionem bem-estar e equilíbrio pessoal. No tratamento com a Hipnose Dinâmica ajudamos o paciente a substituir os valores negativos adquiridos ao longo da vida, que prejudicam o processo evolutivo e de crescimento, trocando-os por outros positivos, que favoreçam o bem-estar físico e emocional do paciente. Pode ser aplicado em casos de Tabagismo, Alcoolismo, Drogas, Obesidade, Gagueira, Depressão, Ansiedade, Fobias, Problemas Sexuais e todos os problemas de origem psicossomática. Como em qualquer outro tratamento de doenças psicossomáticas, na primeira consulta o médico avalia o problema do paciente. O diferencial é que já no encontro inicial, é feito um teste de indução hipnótica para que os caminhos da terapia sejam definidos. No decorrer das consultas, o médico utiliza a hipnose clínica para a indução a um estado alterado da consciência. O método leva no máximo de 3 a 4 minutos e o paciente continua consciente. A grande vantagem da técnica é que o contato com o inconsciente é facilitado, proporcionando um tratamento mais assertivo e com resultados práticos.

Não é mágica muito menos milagres, apenas uma técnica médica, é uma ferramenta do tratamento que não causa danos e não pode, em hipótese alguma, obrigar alguém a cometer atos contrários aos seus princípios, devido aos níveis de tolerância e as censuras que cada indivíduo possui. O importante é que a pessoa queira se curar por meio da hipnose, é válido salientar que ninguém pode ser hipnotizado se não quiser, se não permitir. 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

VOCÊ É ANSIOSO?





Só neste momento, uma em cada quatro pessoas no mundo está com uma sensação de aperto no peito, sentindo o coração bater mais rápido, com as mãos suando. Na mente, um medo inexplicável ou preocupação obsessiva com algo que ainda nem aconteceu. Esses são alguns dos sintomas das crises de ansiedade, um dos transtornos mentais mais incidentes da atualidade e, assim como os demais, extremamente cruel. Dependendo do grau, tira o sono do indivíduo, deixa-o mais predisposto a sofrer de enfermidades cardiovasculares e o priva de sair de casa quando o medo atinge níveis incontroláveis. Chegar a esse nível pode significar que em algum momento você começará a se prejudicar no trabalho e na vida – se já não estiver se prejudicando. “As personalidades mais pré-dispostas a serem mais ansiosas são as perfeccionistas e controladoras”, afirma o psiquiatra Dr. Leonard F. Verea.

Estudos mostram que a ansiedade é mais frequente do que transtornos de humor como a depressão. E dados divulgados pelo World Health Mental Survey, ligado à Organização Mundial da Saúde, revelam um triste panorama para o Brasil: 20% das pessoas que vivem em São Paulo convivem com ou tiveram algum transtorno ansioso nos últimos 12 meses.

Manter a ansiedade sob controle é também importante porque reduz riscos para outras doenças.
A ansiedade consiste em uma resposta natural a uma situação que o corpo considera ameaçadora que traz ao organismo uma sensação desagradável de que algo muito ruim está por vir. Junto com essa sensação experimentamos também alguns sintomas físicos como batedeira no peito, dores na nuca, mãos frias, boca seca, inquietação, falta de ar, insônia, dor de barriga... A ansiedade faz com que nosso organismo libere uma série de substâncias químicas (hormônios e neurotransmissores). São essas substâncias as responsáveis pelas sensações desagradáveis que ocorrem durante o período de ansiedade. Embora sejam normais, são percebidas pelos ansiosos de uma forma ameaçadora e incômoda. O sentimento é causado, principalmente, pelo estilo de vida atribulado das grandes metrópoles. O estresse, o trânsito intenso, as pressões profissionais, os casamentos desfeitos e a falta de dinheiro são os maiores motivadores desta sensação. Mas o que fazer quando percebemos que a nossa ansiedade está passando dos limites aceitáveis?

“O indivíduo com o transtorno da ansiedade apresenta sintomas físicos claros como: taquicardia; sudorese; tremores; tensão muscular; unhas roídas e dor de cabeça. A principal característica psíquica é a aceleração do pensamento, ou seja, elabora diversas maneiras de se livrar ‘daquele estado’. O problema é que o movimento mental exagerado, acaba causando uma certa confusão mental e, consequentemente, uma ineficiência de ação. As pessoas em estado ansioso perdem boa parte de sua autoestima, já que deixam de fazer muitas coisas porque se julgam incapazes de realizá-las. Quando a ansiedade é recorrente e intensa, é chamada de síndrome do pânico”, esclarece Dr. Leonard.

A sensação de estar com os nervos "à flor da pele" é bastante comum na ansiedade. Ela traz ainda dificuldades de concentração e fatiga, porque o portador tende a ficar em estado de alerta por muito tempo e isso cansa.

Quando a ansiedade aparece comprometendo nosso desempenho profissional, social ou amoroso ela deve ser tratada. Se os sintomas estão presentes na maior parte do tempo, nos últimos seis meses, chamamos isso de Transtorno de Ansiedade Generalizada. Mais de 10% da população sofre desse mal, “a boa notícia para quem sofre desses ‘males da vida moderna’ é que já existe um grande leque de tratamentos. Os remédios - antidepressivos e ansiolíticos - são uma opção. Entretanto, para quem não quer se submeter às dosagens medicamentosas, uma nova abordagem e alternativa de cura é o tratamento por meio da medicina psicossomática e hipnose dinâmica”, finaliza Dr. Leonard F Verea.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Hipnose Dinâmica e a Ansiedade




Quando se fala em hipnose, muitas pessoas ainda acreditam que a técnica é um ato de magia. Na verdade, é uma ferramenta, um ato médico, que proporciona ao paciente um estado profundo de concentração por meio da diminuição da consciência periférica. O tratamento com hipnose clínica possibilita o contato com o inconsciente, ou seja, com as emoções que não passam pelos julgamentos, críticas e avaliações da mente consciente. A partir da comunicação com o inconsciente, o paciente reconhece seus reais sentimentos (desejos, medos, angústias, dúvidas, paixões) e, desta forma, consegue reordená-los, reorganizá-los de uma maneira que proporcionem bem-estar e equilíbrio pessoal. 

Tratamentos e Sintomas da Ansiedade
A ansiedade é uma sensação que acontece decorrente de uma excitação exagerada do sistema nervoso. O sentimento é causado, principalmente, pelo estilo de vida atribulado das grandes metrópoles. Os sintomas da ansiedade como o estresse, o trânsito intenso, as pressões profissionais, os casamentos desfeitos e a falta de dinheiro são os maiores motivadores desta sensação. Mas o que fazer quando percebemos que a nossa ansiedade está passando dos limites aceitáveis? 

Quando a Ansiedade se Torna Patológica
O indivíduo com o transtorno da ansiedade apresenta sintomas físicos claros como: taquicardia; sudorese; tremores; tensão muscular; unhas roídas e dor de cabeça, conhecidos como sintomas da ansiedade. A excitação ocorre, por causa de uma descarga de um neurotransmissor chamada noradrenalina que é produzida nas glândulas supra-renais, lócus cerúleos e núcleo amigdalóide. A principal característica psíquica é a aceleração do pensamento, ou seja, elabora diversas maneiras de se livrar “daquele estado”. O problema é que o movimento mental exagerado, acaba causando uma certa confusão mental e, consequentemente, uma ineficiência de ação. As pessoas em estado ansioso perdem boa parte de sua auto-estima, já que deixam de fazer muitas coisas porque se julgam incapazes de realizá-las. Quando a ansiedade é recorrente e intensa, é chamada de síndrome do pânico. 

As Origens da Ansiedade
Além das turbulências do cotidiano, a ansiedade pode ter um fundo genético. Pesquisas revelam que há a possibilidade de pais e avós ansiosos transmitirem a característica para seus sucessores. Nestes casos, os sintomas da ansiedade se manifestam desde cedo, sendo a pessoa uma criança agitada, às vezes hiperativa, que tem dificuldades para dormir e que chora com facilidade. A ansiedade precoce também pode ser resultante de uma infância carente e problemática, onde as dificuldades dos pais fazem com que a criança se sinta insegura e exposta; e condicione - ao longo da vida - um sentimento de que coisas ruins e sensações negativas ocorram a qualquer momento. Uma terceira vertente para a origem desta sensação é a dificuldade de incorporar fatos novos ou desconhecidos. O antigo sempre traz a sensação de segurança e controle. O novo, por sua vez, tem a capacidade de potencializar a sensação de medo no sentido de que algo ruim ou perigoso pode vir a acontecer.

Tratamentos para Ansiedade e Síndrome de Pânico
A boa notícia para quem sofre desses “males da vida moderna” é que já existe um grande leque de tratamentos. Os remédios - antidepressivos e ansiolíticos - são uma opção. Entretanto, para quem não quer se submeter às dosagens medicamentosas, uma excelente alternativa de cura é o tratamento através da medicina psicossomática e hipnose dinâmica. 

Instituto Verea
O Instituto Verea dedica-se ao atendimento clínico, individual e em grupo de pessoas para a melhora e a cura de distúrbios de origem psicossomática como fobias, medo de dirigir ou de andar de avião, síndrome do pânico, tabagismo, drogas, álcool, problemas sexuais, entre outros e presidido pelo Dr. Leonard F. Verea.