terça-feira, 2 de outubro de 2012

NA MÍDIA: Dr.Leonard Verea como fonte de informação no Jornal do SBT



Trabalhadores estão cada vez mais estressados e  deprimidos
  
- Brasil - São Paulo - SP.


Só no ano passado, quase 13 mil pessoas foram afastadas do emprego com algum transtorno mental. O técnico de informática de vinte e sete anos não quer mostrar o rosto. Ele conta que já chegava ao trabalho tenso e com medo de não atingir a meta: consertar pelo menos 10 computadores por dia. As cobranças do chefe eram constantes. 

Segundo o INSS, o número de trabalhadores afastados por transtornos mentais subiu 2% no ano passado. Já o número de acidentes de trabalho diminuiu.

O ideal é quando é possível equilibrar a tensão com momentos de lazer e descontração como faz uma empresa de tecnologia de São Paulo. Essa, a mulherada vai adorar.

Às vezes é difícil conseguir um horário na agenda para ir ao salão. As funcionárias não têm esse problema: elas arrumam as unhas durante o expediente.

A empresa também oferece locadora, mesa com frutas e biscoitos, tudo de graça. O funcionário ainda pode decorar o cantinho como quiser.
Veja o vídeo: -
http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=17711&t=Trabalhadores+estao+cada+vez+mais+estressados+e+deprimidos ou abaixo:





segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Insegurança: Como vencer o medo?


Ptesiofobia é uma palavra que define o medo, o pavor, o pânico de viajar de avião. Todas as situações da nossa vida são constituídas por "causas e efeitos". O medo de viajar de avião é "efeito" e é tratado pela medicina como uma doença psicossomática.

A Medicina Psicossomática trata de todos aqueles problemas físicos, orgânicos, emocionais que têm uma origem emocional; para ela, o medo de avião, é a representação simbólica de uma dificuldade interna do paciente de enfrentar problemas da vida. Alguém de bem com a vida, que vive em equilíbrio, dificilmente terá medo de avião. Evidentemente que as causas do medo de avião são várias, mas podemos codificar alguns arquétipos desse problema.

Normalmente os pacientes que vivem estes medos, são líderes, tem dificuldades em delegar funções, gostam de controlar tudo e todos; ficam apavorados ao pensar que estão nas mãos de terceiros, em situações nas quais não dependem de si mesmos.

Pessoas com medo de se expor, indivíduos com problemas de relacionamento com o outro sexo, podem relacionar a "máquina" com o símbolo fálico, ou seja, uma pessoa com vida sexual mal resolvida pode transferir suas frustrações para o avião.

Muitas vezes, o medo da frustração, da desilusão ou da perda, desencadeiam processos de medo de ter sucesso e subir na vida; este medo pode ser representado simbolicamente pelo medo de "subir" num avião. O tratamento com Hipnose Dinâmica ativa o inconsciente, permitindo um acesso mais direto ao inconsciente do paciente e assim, decifrar melhor as mensagens nele contidas.

O estado hipnótico é produzido pelo médico, através de códigos de Comunicação Não Verbal, sempre respeitando os limites emocionais do paciente.

A indução hipnótica é alcançada por quatro canais de comunicação não verbal: a gestão dos espaços comunicativos (distância entre o paciente e o médico), a paralinguística (uso dos sons, que podem ser uma música, a variação de tom, ritmo, volume e intensidade da voz), a cinésica (gestualidade), a digital (toques, contatos físicos).

Durante o estado hipnótico, a comunicação entre médico e paciente se faz também com a Comunicação Não Verbal. As respostas do inconsciente são retransmitidas verbalmente ao paciente durante as sessões. O estado hipnótico é um estado alterado de consciência, onde o paciente está presente, consciente e com domínio perfeito do tempo e do espaço. Ao contrário do que muitos pensam, somente 10% das pessoas hipnotizadas dormem e, mesmo assim, não existe domínio da mente de ninguém.

Hipnose é comunicação e é através desta comunicação, que se consegue esclarecer os conflitos da nossa mente, curando as causas dos medos, das fobias, das ansiedades, incrementando a qualidade de vida das pessoas. A fobia é uma manifestação específica do comportamento ansioso que gera uma sensação muito aguda de medo, sempre relacionada a alguma coisa. A ansiedade é o sintoma comum a todas as fobias que diferem somente nas causas: temor, insegurança, descrença e outros.

A origem do problema também pode estar em um trauma adquirido ainda nos primeiros meses de vida e, nesse caso, é trazido à tona numa regressão de idade. Com o tratamento, liberam-se os emaranhados do inconsciente, para viver o presente, e não projetar o passado no futuro. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

NA MÍDIA: Jornal Hoje (TV Globo); Médicos alertam para o cuidado no diagnóstico de doenças psicológicas

 Depressão, síndrome do pânico, transtorno bipolar e déficit de atenção são algumas dessas doenças

Todo dia alguém é diagnosticado com as chamadas doenças do comportamento: depressão, síndrome do pânico, ansiedade. Os médicos alertam que uma avaliação incorreta pode prejudicar muito o paciente.
 
São muitas as doenças do comportamento, como transtorno bipolar, síndrome do pânico, transtorno de ansiedade, depressão e transtorno de déficit de atenção.

“Um fenômeno interessante que acontece é que pacientes, antes de vir a consultório, entra na internet para ver sintomas que eles têm, características que eles têm, então ele já vêm com o diagnóstico preparado”, explica o psiquiatra Leonard Verea.

Dá até para entender que tanto acesso à informação influencie as pessoas, mas o terapeuta ou o médico não podem cair nessa, porque as consequências são sérias. Remédio errado não só não cura como piora os sintomas. “Uma pessoa depressiva começa a ficar mais irritada. Ela continua depressiva, mas fica mais irritada, o nível de tolerância dela diminui, então ela fica mais impaciente”, completa o especialista.

Hoje é comum ouvir que o menino ou menina tem déficit de atenção. “No Conselho Regional de Psicologia identificamos um aumento de 1.400% na compra, pelos equipamentos públicos, do medicamento usado para o tratamento desse transtorno. Leva a tolerância, podendo inclusive levar dependência química na adolescência e fase adulta”, diz o psicólogo Luís Saraiva.
A auditora fiscal Sandra Déco penou com diagnóstico errado. No começo, os médicos disseram que era uma depressão, que dava para curar apenas com terapia. Não deu certo e ela ficou meses sofrendo. Sandra tinha também o transtorno bipolar. “Tem que procurar a coisa certa. Se não se acaba por dentro e por dentro é pior do que externo”.

São muitas as doenças do comportamento, como transtorno bipolar, síndrome do pânico, transtorno de ansiedade, depressão e transtorno de déficit de atenção.

Todo dia alguém é diagnosticado com as chamadas doenças do comportamento: depressão, síndrome do pânico, ansiedade. Os médicos alertam que uma avaliação incorreta pode prejudicar muito o paciente.
  
Aos que perderam a matéria do Jornal Hoje (TV Globo), de hoje sobre o risco de um diagnóstico errado de doenças de comportamento, segue o link. 

Temos o Cérebro na Prisão

Porque a cada transgressão existencial nos sentimos perdidos e em conflito conosco? É nessa escolha de vida a causa dos nossos sofrimentos. Submissos como somos dos padrões e das normas que regulam a nossa sociedade, somos expostos as suas chantagens. Continuando a nos questionar sobre o que é bom ou ruim, arriscamos de viver sempre com o “ Livro das regras “ nas mãos.


Ao lado do senso de culpa convivem outros sentimentos que o definem e o completam. São emoções que tendem a bloquear qualquer fantasia que nos estimule a “soltar as amarras” e a viver plenamente. Os códigos da sociedade regulamentam a nossa vida: fazemos de tudo para que os outros nos aprovem, precisamos nos espelhar sempre em algum modelo de referencia e temos sempre a idea fixa de ficar melhor. Se a nossa vida é assim, temos os sensos de culpa sempre ativados e não temos alternativa.


Nietzsche mostra como isso tudo atinge o homem que busca a vida perfeita e sempre de acordo com todos, que ele define como o “o encantamento da sociedade e da paz”. O encantamento social que nos prende é um emaranhado de códigos, regras, proibições explicitas e não, chantagens emocionais...um mundo onde fazemos distinção entre o Certo e o Errado, onde buscamos os erros cometidos para depois nos culpar deles. Este é o resultado dos muitos modelos familiares, religiosos, culturais, que nos condicionam e que agem na nossa mente continuando nos dizendo o que é o Bem e o que é o Mal, se o nosso comportamento é aceitável ou não, se quem fica por perto aprovaria a nossa atitude ou não, dificultando ao nosso instinto sugerir como viver e ao nosso intuito de nos guiar como uma bússola entre os imprevistos da existência. O senso de culpa do ser humano é uma conseqüência da separação do nosso passado, da dificuldade em conviver com ele e de novas situações conflitantes que temos dificuldade em absorver.


Na realidade o nosso cérebro é curioso, criativo e faria um continuo “zapping”, assim como na TV, entre os diversos canais da vida: quando não gosta de algo, quando é repetido, mudaria para algo novo. Nos não, não nos sentimos preparados para pular existencialmente de um canal para o outro, acreditamos de ter que respeitar sempre a imagem que demos, sem nos distanciar desta idea. Talvez a temos construído com esforço e desgaste, suamos para fazer com que os outros nos aceitem e nos aprovem. É nesse momento que entra em jogo o senso de culpa para agir como um freio de mão: inibir qualquer iniciativa um pouco fora das regras, nos manter dentro das fileiras, fazendo com que as nossas ações sejam sempre dentro um nível conhecido e aceito e controlável.


Existe uma grande diferença entre uma poça e o mar aberto. A primeira é feita de água “morta”, sem surpresas. O segundo é um mundo em movimento, onde as ondas, o vento e as correntezas tornam muito vivo e imprevisível o fluxo da água. O senso de culpa tem a função de nos deixar longe do mar aberto, de não nos deixar nem conhece-lo, de estacionar em um espaço tranqüilo, onde não se machuca ninguém e se fica alí, junto com os outros. Mas é uma situação que mata a alma e a sua criatividade, que impede de amadurecer e descobrir as próprias potencialidades e autonomias para poder se separar do cardume.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Jornal Hoje

Amanhã tem matéria especial no Jornal Hoje (TV GLOBO), com o Dr. Leonard Verea, sobre a importância de um bom diagnóstico pisquiátrico em doenças como ansiedade, depressão, bipolaridade, síndrome do pânico. Não Percam!



Melhore sua vida já - seja mais segura de si


O Carnaval está longe, mas pode nos ajudar a entender melhor  atitudes que certas pessoas adotam: as fantasias. As pessoas se permitem uma vez por ano usar uma máscara, uma fantasia diferente daquela que usam no dia a dia. O erro que fazemos, às vezes, é achar que um “disfarce” que usamos eventualmente, seja o nosso verdadeiro semblante.

Temos atitudes, temos um papel, que por vaidade ou por medo dos outros usamos para nos adaptar ao ambiente ou para tentar enfrentá-lo. É um comportamento inicialmente inconsciente, que não percebemos, mas que com o tempo acreditamos ser o “nosso jeito”. A partir daí nascem problemas: aquela sensação de vazio da qual não entendemos a origem e aquele sentimento de ansiedade que nos acompanha são a origem da depressão e das crises de pânico que vitimizam muitos de nós.

Quanto mais formos naturais, mais a nossa essência vai nos levar a atingir o objetivo. Emoções que sentimos, mal-estares que percebemos, uma sensação interna nos transmite permanentemente o que fazer e como agir diante daquela específica situação. Deixemos essa voz interna se manifestar, calando as opiniões absorvidas pelos outros para que nos tornemos mais firmes e seguros.

Quanto mais nos deixamos levar pelos nossos instintos, mais somos verdadeiros e espontâneos

Quando refletimos muito, quando falamos muito conosco, projetamos uma ideia do que queremos, uma ideia que muitas vezes é diferente da realidade.
Isso nos desgasta: quando a distância que existe entre o que somos de fato e o que gostaríamos de ser é muito grande, vivemos conflitos muito intensos que diminuem demais a nossa tolerância às tensões e nos levam a alimentar mal-estar e desgaste.

Às vezes, a nossa essência leva ao fracasso cada relacionamento que tentamos porque não aceita o modelo que nos impomos de parecer e a forma como tentamos nos manifestar naquele momento. Essa insegurança, na realidade, nos poupa de um risco maior: perder a nós mesmos.

Em cada um de nós existe um ser único, inigualável, que quer viver sua vida, mas, às vezes, não aceitamos essa realidade e estragamos tudo. 
Ter humildade significa também aceitar que somos frágeis, inseguros e não necessariamente “destaques” da nossa escola de samba.

Quando nos sentimos mais inseguros e frágeis, o certo é conseguir deixar que cada parte do nosso corpo consiga se envolver com essa sensação, sem se opor e sem comentar naquele momento a própria vida e o próprio jeito de ser: 
aos poucos, uma sensação de profunda e intensa paz nos envolve e nos deixa mais tranquilos e serenos.

A vida é renascimento e mudança contínua. Precisamos aprender a aceitar essa realidade, nos adaptando e deixando de lado todas as posturas rígidas demais. O segredo é conseguir renascer a cada dia e não carregar o passado como um lastro que nos atrase.

Vamos seguir algumas dicas para nos tornarmos mais seguros e confiantes:

– Vamos nos tornar um pouco mais crianças, deixando emergir essa nossa essência muitas vezes reprimida e mascarada. As crianças, que são mais espontâneas do que os adultos, enxergam além das barreiras inconscientes e ficam sempre mais próximas aos fatos. Elas soltam muito mais do que nós a imaginação e dão mais espaço àquelas vozes sábias e escondidas que carregamos conosco.

– Vamos eliminar aquele jeito “descartável” de lidar com as coisas e as pessoas e vamos redescobrir o valor afetivo de tudo aquilo que nos envolve. Se cuidamos das coisas e das pessoas, automaticamente cuidamos de nós.

– Vamos nos esquecer por um momento do relógio que nos acompanha e nos condiciona permanentemente para recuperar o verdadeiro ritmo da vida, aquele momento intenso, denso de significados, saboreando plenamente tudo o que vivemos.

– Vamos despertar dentro de nós os ciclos da natureza: nós também fazemos parte dela, mesmo que às vezes nos esqueçamos disso. Por isso sentimos em alguns momentos que estamos sem referências. Respeitando os ciclos naturais da vida, readquirimos espontaneidade e saúde.

– Vamos aprender a deixar passar, “a relevar” algumas coisas na vida: tudo segue. Ficar preso, rígido demais, mostra uma grande insegurança. Conseguir se “deixar levar” e deixar as coisas acabarem ajuda a fortalecer a confiança em si mesmo.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vencendo o medo de não conseguir


Muitas vezes, o medo de errar limita nossa capacidade e conseguimos menos do que esperamos. Esse medo de errar desaparece quando percebemos que a vida não é uma série de obrigações, mas um caminho de contínuas descobertas.

Todos os dias, erramos e acertamos, perdemos alguma oportunidade ou a aproveitamos. Alcançar objetivos é matar um leão por dia, e isso assusta muito.
“Precisamos perceber que não existe nada de definitivo ou para sempre, não existem fracassos permanentes.”
“Quando alguma atividade que desenvolvemos não dá certo, ao invés de ficarmos deprimidos, vamos continuar, sem ficar nos julgando permanentemente.”

Com essa atitude mental, o fracasso deixa de ser um obstáculo que compromete nossa autoestima e se torna um estímulo para melhorar cada vez mais a “pontaria” no alvo de nossos objetivos. Com aprendizado, tornamos a flecha certeira, por mais que os obstáculos estiquem nosso arco.

Quando acontece o erro, questione-se: “aonde esse erro vai me levar”?

Algumas derrotas podem ser fundamentais. Talvez não fosse a hora, talvez não fosse o rumo certo. Precisamos aprender a ler as entrelinhas dos “acasos”, pois tudo acontece porque tem que acontecer. Nós atraímos, inconscientemente, tudo o que nos fará aprender, amadurecer, crescer. Se pensarmos no que temos atraído, talvez possamos aprender com menos dor.

Chico Xavier já dizia: “Não podemos voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos começar agora e construir um outro fim”. A frustração por não termos conseguido atingir um alvo é natural, mas se nos limitamos a ver somente o que erramos corremos o risco de não valorizar todos os acertos, que certamente existiram. Vamos treinar a nossa sensibilidade para identificar, no meio dos resultados negativos, aquilo que existe de positivo e, a partir daí, recomeçar.

Temos que aprender a nos valorizar. A ajuda dos outros deve ser encarada, quando necessária, como uma muleta temporária, não como impossibilidade permanente de caminharmos com os nossos próprios pés. Quem quer se sentir emocionalmente cadeirante? Temos que aprender a enfrentar os desafios, valorizando os nossos próprios recursos, aceitando os medos e superando-os, sem fugir de derrotas, sem se cobrar perfeição, sem julgamentos limitantes.

Precisamos diminuir aquela sensação de solidão e de abandono

Elas muitas vezes acompanham os distúrbios e as doenças que vivemos. Precisamos ter um olhar menos crítico, mais “bondoso” com o que consideramos nossos inimigos interiores, nossos medos, nossas dificuldades, com o que pensamos serem os nossos “defeitos”. Todos esses aspectos da personalidade, se aceitos e valorizados, acabam por constituir a nossa unicidade, aquilo que possuímos de mais precioso.

Assim como os monstros da nossa infância desapareciam com o nascer do sol, os nossos medos desaparecem quando acendemos a luz de uma nova aceitação e confiança.
Herói não é quem faz coisas extraordinárias, mas aquele que consegue viver a vida com paixão e prazer. Amar a vida, mesmo quando parece que as coisas não dão certo, renovar a confiança.

Quando se vive como vítima, não se consegue atingir a meta prefixada, não se aproveitam todos os recursos de que se dispõe: delega-se a solução do problema a quem está ao seu lado, transmite-se ansiedade e insegurança a todos que estão ao seu redor.

Temos que aprender a criar formas pensamento de prazer, de otimismo, que serão os alicerces que nos sustentarão em momentos mais difíceis. Sempre que pensamentos pessimistas quiserem pintar a sua vida com cores escuras, pegue em sua alma uma paleta cheia de cores e dê à tela dos seus pensamentos o visual que você quer para a sua vida.