quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Insônia: cura pela hipnose dinâmica





30% da população mundial sofre de insônia

O que é o sono

Existem alguns estágios do processo do sono que vão do bem leve ao mais profundo, e os mesmos se alternam em ciclos. Nesse ciclo são vividos todos os estágios chamados de NREM (no rapid eye moviment), intercalados com momentos de sono REM (rapid eye moviment). O ciclo completo tem a duração de aproximadamente duas horas, e é repetido ao longo do sono 3 ou 4 vezes. O sono NREM é caracterizado pela diminuição das funções fisiológicas ao mínimo, com movimentos do corpo na passagem de uma fase para outra.  O sono REM é caracterizado por uma ativação cerebral e por movimentos oculares rápidos, e o corpo permanece imóvel nesta fase.

Quantas horas devemos dormir diariamente para ter um bom descanso?

Não há uma quantidade exata de horas que devemos dormir, e isso varia de pessoa para pessoa, de acordo com a faixa etária. Os recém-nascidos chegam a dormir mais de 20 horas, enquanto o idoso, em geral, dorme pouco. Alguns indivíduos precisam dormir de 6 a 8 horas, outros se sentem mal se não tiverem 10 horas de sono.  Mas o que se sabe é que dormir bastante não significa dormir bem.  O importante não é tanto a quantidade de horas dormidas, mas sim a qualidade do sono que permite ao indivíduo se sentir bem-disposto e regenerado física e emocionalmente.

Distúrbios do sono

Muitos são os problemas que podem ocorrer durante o sono, como insônia, apneia, sonambulismo, entre outros.  Este distúrbio é um aspecto clínico ou um critério de diagnóstico relacionado a várias formas de psicopatologias, quase todas condições de depressão ou ansiedade, associadas à dificuldade de iniciar ou manter o sono. Segundo estatísticas, mais de 30% da população mundial sofrem de insônia.

Tipos mais comuns de insônia:

Insônia idiopata - inicia na infância e é uma dificuldade de manter um sono adequado durante a vida, provavelmente devida a um defeito dos mecanismos neurológicos controladores do processo sono-vigília. Apesar do sono mais difícil, esses indivíduos, por carregarem a patologia há muito tempo, têm menos problemas psicológicos e lidam melhor com a dificuldade do que, por exemplo, os portadores da Insônia psicofisiológica, que é a dificuldade em começar e/ou manter o sono. A insônia acompanha um baixo desempenho nas atividades quando no estado de vigília, aumento do nível de tensão e de ansiedade.

Temos ainda a Insônia subjetiva, que é a sensação relatada pelo paciente de ter dormido mal ou não o suficiente para descansar, apesar desta queixa não ser comprovada objetivamente; e a crônica, que  ataca milhões de pessoas em todo o mundo e, na maioria dos casos, vem acompanhada de distúrbios físicos, como movimentos involuntários das pernas e problemas respiratórios.

Pode ser ainda consequência de maus hábitos, como: trabalhar (ou estudar) até a hora de se deitar; assistir televisão até tarde; excesso de luz acesa.  A alimentação e bebidas que podem interferir no sono como café, chá preto, chimarrão, chocolate, guaraná e refrigerantes à base de cola contêm elementos que excitam o sistema nervoso. Também a nicotina do cigarro é prejudicial ao sono e, ao contrário do que se pensa, o álcool não o favorece.

Quando começar a se preocupar?

A insônia começa a ser um problema quando as dificuldades para dormir persistem por mais do que 3 vezes por semana; quando a dificuldade em iniciar o sono supera os 30 minutos após a ida para a cama; quando há queixas de mau humor, fadiga e cansaço depois de uma noite maldormida; quando as atividades profissionais, sociais, familiares, etc. começam a ser prejudicadas e, finalmente, quando esse estado perdura por mais de seis meses.

Tratamento

Sendo a insônia um distúrbio complexo e multifacetado, seu tratamento pode exigir inúmeras abordagens. “A medicina psicossomática lida com símbolos e, para entender essa queixa que o paciente nos apresenta e ajudá-lo a resolver o problema, nossa primeira pergunta é: o que a insônia significa do ponto de vista simbólico?”, explica Dr. Leonard Verea, médico psiquiatra, especializado em Medicina Psicossomática e Presidente do Instituto Verea.

Como processa

Nossa vida é caracterizada por situações ligadas a causas e efeitos. A Insônia é um efeito ligado a situações malresolvidas e/ou não resolvidas, acumuladas ao longo do dia, resultado de eventos estressantes em que o acúmulo de tensão e ansiedade é evidente, como: morte em família, problemas financeiros, mudança de emprego ou problemas matrimoniais. O estresse é a reação do nosso organismo à ação de qualquer estímulo, agradável ou desagradável, físico ou químico, infeccioso ou orgânico, nervoso ou mental, emocional ou afetivo.

A nossa mente processa as informações seguindo dois parâmetros: o do consciente (lógico e racional), que são as ações, e o do inconsciente (analógico e irracional), que são as emoções. A insônia envolve toda a estrutura analógica emocional da nossa mente e, por mais que o paciente queira e precise dormir, existe uma força incontrolável, superior à própria capacidade de absorção, que o leva a desenvolver essa tensão, essa ansiedade que o impede de adormecer naturalmente.

“A insônia, de uma forma simbólica, é vista como a dificuldade de pôr para fora a ansiedade acumulada e a necessidade de mais tempo para processar as informações acumuladas durante o dia. Existem inúmeras drogas que o médico pode prescrever para ajudar o paciente a induzir o estado do sono, porém nenhuma delas pode ser tomada por longo tempo, para não criar dependência, assim como nenhuma delas ajuda o paciente a resolver as causas geradoras deste distúrbio. O tratamento com hipnose dinâmica ajuda o paciente a trabalhar tanto o efeito quanto as causas geradoras da insônia. Resolvendo a causa, o efeito deixa de existir”, explica Verea.

“Ao longo do tratamento, utilizamos a ferramenta da hipnose para conseguir entrar em contato com as estruturas inconscientes, analógicas, irracionais da mente do paciente, conseguindo ajudá-lo a encontrar novas válvulas naturais de descarga da tensão acumulada, deixando assim de somatizar essa energia negativa, melhorando a qualidade de vida, a autoestima, o repouso e o desempenho no seu cotidiano. Com essa melhora, procedemos à busca das causas geradoras das tensões malresolvidas e começamos a pesquisar a vida do paciente: seu relacionamento com a família de origem e com a família adquirida, a vida profissional e social, costumes e hábitos sexuais e outros fatores, até encontrarmos as situações malresolvidas e resolvê-las. O processo é considerado uma terapia breve, que dura alguns meses. Normalmente não são indicados medicamentos, e os resultados são plenamente satisfatórios na maioria dos casos”, finaliza.


Desesteriotipando a hipnose dinâmica

A hipnose dinâmica não tem nada de misticismo nem é arte teatral.  O hipnotizado mantém a consciência de que só é hipnotizado quem quer.  A hipnose dinâmica é uma técnica que se utiliza da comunicação não verbal (CNV), permitindo que uma pessoa, em estado alterado de consciência, possa ter acesso a recordações de situações anteriores, sem perder a consciência, porém com a concentração focalizada, que não deixa que elementos externos interfiram no processo hipnótico.  O inconsciente não está limitado pela lógica, espaço e tempo, podendo lembrar de tudo.  A mente pode comentar, criticar, censurar e a pessoa não perde o controle do que diz. Nesse estado alterado de consciência é que a pessoa resgata lembranças que possam estar influindo negativamente na sua vida presente e que, provavelmente, sejam a fonte de seus problemas.  Doenças psicossomáticas como síndrome do pânico, obesidade, impotência feminina e masculina, ansiedade, stress, tabagismo, alcoolismo, dependência de drogas, medos (de dirigir, de avião, etc.) podem ser tratadas e curadas por meio da hipnose.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Você sabia?


A crise da meia idade




A maturidade é o tempo das responsabilidades materiais, como o trabalho, a família e as relações afetivas. Nessa fase, os objetivos que o indivíduo definiu deveriam ter sido alcançados. Normalmente a pessoa tem uma atividade profissional estável, não tem mais grandes lutas para chegar. Economicamente a situação é em geral mais tranquila. Afetivamente, os projetos são a longo prazo, e os investimentos são maiores nessa esfera. O que caracteriza essa fase da vida é o sentido da “responsabilidade”, que é posta em pauta em todos os aspectos: no trabalho, sobre a capacidade de gerir uma função profissional, nos aspectos econômicos, assim como nas situações familiares. Existem responsabilidades materiais com os aspectos práticos da vida, compras, vendas de bens, gestão da casa etc. Existem responsabilidades afetivas, na escolha de manter uma relação de casal estável, mesmo sem chegar ao casamento.

Existe também uma responsabilidade paternal, no sentido de existir a possibilidade primeiro emocional e depois real de ser pai, tanto para quem já tem filhos e enfrenta os prazeres e dores de criá-los como para quem está elaborando a escolha de não tê-los ou a dor de não os poder ter. 

Os inimigos da autoestima nessa fase da vida estão nas situações mencionadas acima. 

No trabalho, o peso das responsabilidades: lutou tanto para chegar a ter o status profissional e, agora que possui tudo o que desejava, não consegue manter o ritmo. Administra tudo dando o máximo de si, mas paga o preço de não ter mais energias para o resto: não consegue cultivar as amizades, nem mesmo uma relação afetiva estável. Sente-se sozinho e avalia o próprio valor em função dos objetivos que alcança. Outra manifestação é com a insatisfação com o próprio trabalho: trabalhar serve somente para ganhar dinheiro e poder fazer aquilo que gosta. Mas passar o dia inteiro fazendo algo que não curte muito começa a se tornar difícil de sustentar, e o indivíduo começa a se sentir muito frustrado. Não percebe alternativas, e na realidade nem as procura: a sua autoestima decai e começa a ter a sensação de que não vai poder continuar assim por muito tempo. Outra situação é quando não se sente realizado profissionalmente: estudou durante muitos anos para poder desenvolver a atividade dos sonhos, mas até hoje está ainda engatinhando. A sensação é de não chegar nunca e, dia após dia, suporta a injustiça do mundo e dos colegas, alimentando sempre projeções para o amanhã e sonhos de vingança. 

Amor x baixa autoestima

Na relação de casal, uma das situações que alimentam a baixa autoestima é o fato de o indivíduo ser ainda “single” contra sua vontade. O fantasma de ficar sozinho a vida toda começa a ser cada vez mais presente nos seus pensamentos e, junto com ele, a ansiedade de ter que fazer algo para reparar isso: toda vez que sai, o objetivo é encontrar alguém; quando encontra, não vive livremente esse momento, está sempre avaliando se o outro merece o seu tempo. Resultado? Todos fogem, e você fica sempre mais sozinho, firmando cada vez mais a ideia de que não merece o amor de alguém. Outra manifestação na relação de casal é não ter uma relação feliz: vive uma relação há muitos anos e sente que, mesmo que os dias passem sem prazeres nem cumplicidades, não pode mais mudar de ideia. Por outro lado, muitos dos seus amigos vivem uma relação parecida: justifica isso dizendo que o amor e a paixão acabam com o tempo, deixando espaço a um afeto mais brando. O problema é que o seu corpo, mais sábio, não acompanha a sua racionalidade, e denuncia o mal-estar com uma série de somatizações: cefaleia, distúrbios sexuais, ansiedade, nervosismo, insônia, falta ou excesso de apetite etc. Outra situação é quando o parceiro trai: raiva, desilusão e cinismo são os ingredientes que essa situação cria em você e que abalam sua autoestima profundamente.

Todos se sentem na obrigação de lhe dizer o que fazer, e você não consegue entender o que realmente deseja. Perdão? Vingança? Fuga? Muitas perguntas sem respostas, mas finalmente uma dúvida cruel, que põe fim à sua autoestima já muito abalada: “Se fui traído, talvez tenha sido por merecer”. A relação na qual acreditava acabou: tinha feito muitos planos, alguns postos em prática: a casa, o casamento, os filhos. Improvisadamente sente-se sozinho, como acordando bruscamente de um sonho. É uma realidade que dá medo. Como recomeçar? Onde errou? Quem vai te querer agora? Como perceber quem será a pessoa certa? Os sentimentos de culpa e a sensação de fracasso completam a obra, e a dificuldade maior é encontrar um sentido no que aconteceu.

Na relação com os filhos

Sentir-se culpado por achar não ter conseguido criar um bom relacionamento com os filhos é uma ameaça para a boa autoestima. “Não consigo ter filhos.” Tentou de todas as formas. Talvez nem tenha uma causa física, mas nada de engravidar. A vida inteira ouviu dizer que a mulher se realiza plenamente quando tem filhos, e isso não a ajuda. Aliás, sente-se inadequada, com muitas perguntas e dúvidas, e isso gera uma ansiedade cada vez maior; nem consegue aceitar que sua vida é valiosa, mesmo sem ter filhos. “Não sou um bom pai.” Filhos rebeldes ou com dificuldade na escola? A resposta é que não serve como pai. Mesmo que tenha feito o melhor para que tudo desse certo, culpa-se porque tem pouco tempo para dedicar aos filhos, culpando assim também suas atividades. Se o parceiro tenta minimizar o fato, sente ainda mais o peso da responsabilidade nas costas. “Sinto-me abandonado pelos filhos que se tornam adultos.” Tudo deu certo até que os filhos precisavam de você. Mas, agora que estão crescendo, que se tornam cada vez mais autônomos e não dependem mais dos pais, você se sente inútil. Ser pai era visto como sinônimo de “dar”, e agora, junto ao prazer de ver os filhos se tornarem adultos, o medo de perdê-los e de não servir mais para nada é cada vez mais presente.

A crise da meia idade é um momento crítico com o qual todos vão ter que lidar

A vida parece ser sempre a mesma, e a pessoa sente a necessidade de fugir dos hábitos, da rotina. O parceiro que conhece há muito tempo não reserva surpresas nem fortes emoções. E você? O corpo não tem mais a energia de um tempo: as rugas, a barriguinha, os cabelos grisalhos não somem da sua frente. Parece que não gosta de mais nada de você, nem dentro nem fora. É muito fácil nesse momento da vida achar que pode resolver a crise com algumas folias: uma atitude inconsequente no trabalho, um amante, a compra de algo caro e luxuoso... Seja bem-vinda à folia saudável, se isso te permite manter ao longo do dia uma postura consciente de leveza. Mas o perigo existe quando essas atitudes são uma fuga da realidade, perigosas e difíceis de gerir, que, quando voltar à real, podem fazê-la se sentir pior do que antes.

A menopausa é considerada como o fim da vida fértil, mas, para muitas mulheres, representa ainda um momento dramático da própria vida, um momento a ser postergado o máximo possível, mesmo recorrendo a fármacos. Muitas mulheres ignoram o sentido mais simbólico da menopausa: a mulher passa da capacidade de gerar um filho à possibilidade de elevar a própria energia e se abrir para uma capacidade de gerar bem mais ampla. A sexualidade, liberada finalmente do risco da concepção, pode ser vivida com maior leveza e espontaneidade.

Na prática: viver o prazer pelo prazer

Uma happy hour com os amigos antes de voltar para casa? Por que não? Fazer amor de manhã logo após acordar antes de ir ao trabalho? Por que não? Sim, não resista! Viva o presente! Quem quiser ser feliz, seja. Do amanha não se tem certeza. Gozar das coisas boas não cansa, aliás, descansa o cérebro e o regenera. Esvaziando a mente, o prazer elimina as recriminações e ativa as áreas cerebrais que produzem bem-estar. Viva as situações imprevistas como algo bom, que pode agregar coisas boas à sua vida. Elimine as frases em “negativo”, as frases em “absoluto”, os “porquês”, os verbos no “condicional”. Evite se comparar com o passado, evite as promessas para o futuro. Mude sua imagem: às vezes, estamos muito presos a uma imagem antiquada de nós mesmos. Roupas, acessórios, penteado novo ajudam a fazer com que nos sintamos bem desde o começo do dia. Vestir a roupa que mais gosta, fazer isso por si mesmo, para se gostar cada vez mais.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

HIPNOSE DINÂMICA – Uma nova abordagem para o tratamento de doenças psicossomáticas





A técnica exclui a indução verbal e adoção de técnicas de comunicação não verbal, em que o paciente permanece consciente, com capacidade de percepção do tempo, espaço e principalmente controle de seus atos

Quando se fala em hipnose, muitas pessoas ainda acreditam que a técnica é um ato de magia. Na verdade, é uma ferramenta, um ato médico, que proporciona ao paciente um estado profundo de concentração por meio da diminuição da consciência periférica. “A Hipnose Dinâmica possibilita o acesso ao inconsciente da mente humana, permitindo ao médico e ao paciente, juntos, localizar e resolve as problemáticas nela contida”, explica Dr. Leonard F. Verea, psiquiatra  especializado em Medicina Psicossomática, fundador da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e Dinâmica e diretor do Instituto Verea.

A Hipnose Dinâmica não causa danos e não pode obrigar alguém a cometer atos contrários aos seus princípios. Diferencia-se da hipnose tradicional especialmente pela sua duração e pelo uso da comunicação não verbal, “a Hipnose Dinâmica não necessita mais do que três ou quatro minutos para a indução. Consciente durante toda a sessão, o paciente não é passivamente sugestionado, passa a interferir nas mudanças da estrutura da personalidade, conseguindo eliminar seus mecanismos de defesa e deixando que o inconsciente encontre as respostas para os próprios problemas”, salienta Dr. Leonard.

O tratamento com hipnose clínica possibilita o contato com o inconsciente, ou seja, com as emoções que não passam pelos julgamentos, críticas e avaliações da mente consciente. A partir da comunicação com o inconsciente, o paciente reconhece seus reais sentimentos (desejos, medos, angústias, dúvidas, paixões) e, desta forma, consegue reordená-los, reorganizá-los de uma maneira que proporcionem bem-estar e equilíbrio pessoal. "No tratamento com a Hipnose Dinâmica ajudamos o paciente a substituir os valores negativos adquiridos ao longo da vida, que prejudicam o processo evolutivo e de crescimento, trocando-os por outros positivos, que favoreçam o bem-estar físico e emocional do paciente", explica Dr. Leonard.

Pode ser aplicado em casos de Tabagismo, Alcoolismo, Drogas, Obesidade, Gagueira, Depressão, Ansiedade, Fobias, Problemas Sexuais e todos os problemas de origem psicossomática. “Como em qualquer outro tratamento de doenças psicossomáticas, na primeira consulta o médico avalia o problema do paciente. O diferencial é que já no encontro inicial, é feito um teste de indução hipnótica para que os caminhos da terapia sejam definidos. No decorrer das consultas, o médico utiliza a hipnose clínica para a indução a um estado alterado da consciência. O método leva no máximo de 3 a 4 minutos e o paciente continua consciente. A grande vantagem da técnica é que o contato com o inconsciente é facilitado, proporcionando um tratamento mais assertivo e com resultados práticos”, diz Dr. Leonard.

É uma ferramenta do tratamento que não causa danos e não pode, em hipótese alguma, obrigar alguém a cometer atos contrários aos seus princípios, devido aos níveis de tolerância e as censuras que cada indivíduo possui. É válido salientar que ninguém pode ser hipnotizado se não quiser, se não permitir.
SERVIÇO:
Dr. Leonard F. Verea – médico psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália. Especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Dinâmica. Especialista em Medicina do Trabalho e Medicina do Tráfego. É membro de entidades nacionais e internacionais. Atua como diretor do Instituto Verea e da Unicap.
11 5051 2055

Instituto Verea
O Instituto Verea dedica-se ao atendimento clínico, individual e em grupo de pessoas para a melhora e a cura de distúrbios de origem psicossomática como fobias, medo de dirigir ou de andar de avião, síndrome do pânico, tabagismo, drogas, álcool, problemas sexuais, entre outros. O Instituto Verea é dirigido pelo Dr. Leonard F. Verea.

Dr. Leonard F. Verea
Atuando no Brasil desde 1985, Dr. Leonard F. Verea é médico, formado pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália. Psiquiatra especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Clínica. É membro ativo de diversas entidades nacionais e internacionais, como o CID CNV Istituto di Psicologia Analogica e di Ipnosi Dinamica, SIMP - Societá Italiana di Medicina Psicosomatica, Roma-Italia, The International Society for Medical and Psychological Hypnosis, New York-EUA, ABMP - Associação Brasileira de Medicina Psicossomática e a Sociedade Brasileira de Hipnose.
No Brasil, trabalha como Clínico Geral e Hipnoterapeuta. É Presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e Dinâmica e participa entre outros do Grupo de Estudos sobre Hipnose da UNIFESP, Universidade Federal do Estado de São Paulo. Paralelamente ao Instituto Verea, Dr. Leonard ainda dirige a UNICAP, empresa voltada à implementação e manutenção das condições de saúde e segurança no ambiente de trabalho.