segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Sensos de Culpa
O que fazer quando a paixão te leva a escolhas que mudam a sua existência
Senso de culpa é a pena de quem se condena por qualquer escolha contra-corrente, ignorando que mesmo os desejos transgressivos são fonte de crescimento interrior.
O nosso Inconsciente, a Energia, não aceita ordens, pula dentro de nos para vassourar toda a nossa vida ordenada: sensos de culpa que as pessoas devem aprender a jogar fora para dar espaço a um prazer total, livre.
Assim na vida, quando o Amor vem nos encontrar, sob qualquer forma, devemos aprender a recebe-lo, a sentir prazer sem culpa, a viver emoções intensas; devemos aprender a viver o amor e o prazer não mais como algo do que temos que fugir, para não sofrer maltratos mentais e fisicos. Devemos aprender a enfrentar a luta que acontece dentro de nos, a luta entre o que eu quero e o que eu posso. Uma luta contra as forças eróticas que querem nos surpreender, possuir, que querem desarticular as certezas, onde o nosso ser consciente, assustado tende a fazer, sentir errado, preso por dogmas e pré-conceitos. O consciente da nossa mente engana muito: não consegue falar, gozar, ter prazer sem ponderar, sem programar, sem lembrar, sem trazer a tona o passado com todos os seus condicionamentos.
O certo, é nunca procurar respostas no passado pelo que nos acontece agora, nunca explicar as atrações, nunca comentá-las. O desconhecido é o lugar certo para o Eros: a ausência de comentários, de comparações, de lembranças, são os companheiros de viagem ideais para o amor. O amor não ama projetos e planos, os detesta.
Tem um momento na vida no qual temos que estar abertos e acessíveis frente as forças que vem nos encontrar, ou seja, sem ter nada a dizer, sem ter que escolher, mas simplesmente recebendo, aceitando sem resistência alguma aquilo que nos atropela, que nos assusta. Não precisamos ser sempre protagonistas, podemos nos colocar de forma complementar, sem tentar dar ordens ao Eros, sem guiá-lo. As paixões vem para nos trazer o caos, a desordem, para desestruturar a nossa vida ordenada, programada, estruturada..., mostrar o lado misterioso da nossa alma.
Quando ativamos o nosso raciocínio lógico, - faço mal a alguém?
-ao meu parceiro-a? –o que vai ser da minha família? –tem suficiente dinheiro para nos separar? –que tipo de pessoa eu sou? Nos limitamos, criamos mecanismos para que a Paixão se afaste e raramente ela volta.
O consciente, ao invés de ficar feliz e agradecer pela volta do Eros, se sente em crise, fica mal e acha que não esta em condições de amar de verdade. O Eros aparece para ajudar as pessoas a parar de se julgar, a se deixar levar para as emoções, a viver.
Para poder aproveitar todas as forças do Eros e curtir a vida precisamos em primeiro lugar nos limpar, nos reenergizar: somente depois de curar todas as infecções do nosso coração, seremos capazes de alcançar a união com a nossa alma gêmea.
Senso de culpa é a pena de quem se condena por qualquer escolha contra-corrente, ignorando que mesmo os desejos transgressivos são fonte de crescimento interrior.
O nosso Inconsciente, a Energia, não aceita ordens, pula dentro de nos para vassourar toda a nossa vida ordenada: sensos de culpa que as pessoas devem aprender a jogar fora para dar espaço a um prazer total, livre.
Assim na vida, quando o Amor vem nos encontrar, sob qualquer forma, devemos aprender a recebe-lo, a sentir prazer sem culpa, a viver emoções intensas; devemos aprender a viver o amor e o prazer não mais como algo do que temos que fugir, para não sofrer maltratos mentais e fisicos. Devemos aprender a enfrentar a luta que acontece dentro de nos, a luta entre o que eu quero e o que eu posso. Uma luta contra as forças eróticas que querem nos surpreender, possuir, que querem desarticular as certezas, onde o nosso ser consciente, assustado tende a fazer, sentir errado, preso por dogmas e pré-conceitos. O consciente da nossa mente engana muito: não consegue falar, gozar, ter prazer sem ponderar, sem programar, sem lembrar, sem trazer a tona o passado com todos os seus condicionamentos.
O certo, é nunca procurar respostas no passado pelo que nos acontece agora, nunca explicar as atrações, nunca comentá-las. O desconhecido é o lugar certo para o Eros: a ausência de comentários, de comparações, de lembranças, são os companheiros de viagem ideais para o amor. O amor não ama projetos e planos, os detesta.
Tem um momento na vida no qual temos que estar abertos e acessíveis frente as forças que vem nos encontrar, ou seja, sem ter nada a dizer, sem ter que escolher, mas simplesmente recebendo, aceitando sem resistência alguma aquilo que nos atropela, que nos assusta. Não precisamos ser sempre protagonistas, podemos nos colocar de forma complementar, sem tentar dar ordens ao Eros, sem guiá-lo. As paixões vem para nos trazer o caos, a desordem, para desestruturar a nossa vida ordenada, programada, estruturada..., mostrar o lado misterioso da nossa alma.
Quando ativamos o nosso raciocínio lógico, - faço mal a alguém?
-ao meu parceiro-a? –o que vai ser da minha família? –tem suficiente dinheiro para nos separar? –que tipo de pessoa eu sou? Nos limitamos, criamos mecanismos para que a Paixão se afaste e raramente ela volta.
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Para poder aproveitar todas as forças do Eros e curtir a vida precisamos em primeiro lugar nos limpar, nos reenergizar: somente depois de curar todas as infecções do nosso coração, seremos capazes de alcançar a união com a nossa alma gêmea.
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
Depressão, o mal da modernidade
Com as mudanças ocorridas no estilo de
vida dos brasileiros, os transtornos psicológicos e psiquiátricos passaram a
ocupar lugar de destaque entre os problemas de saúde pública do país.
Dados de uma série de estudos apontam as doenças mentais como responsáveis pela maior parte de anos de qualidade de vida perdidos devido a doenças crônicas. Os maiores vilões são a depressão, psicoses e dependência de álcool. Em seguida, estão as doenças cardiovasculares.
Segundo o estudo, entre 18% a 30% da população brasileira apresentam sintomas de depressão. A mortalidade por demência aumentou de 1,8 mil por 100 mil habitantes em 1996 para 7 por mil habitantes em 2007.
A depressão não escolhe
faixa social. Estima-se que 8% das pessoas adultas em todo o planeta sofram de
depressão e que 10 a
20% ainda serão vítimas desta doença em algum momento de suas vidas. “A
depressão, ao contrário do que muitos acreditavam, não é um estado de espírito
ou humor, mas sim uma doença que se manifesta de diversas maneiras, podendo
levar à morte. Considerado um problema psicossomático, com sintomas físicos
evidentes, é uma enfermidade causada por alterações químicas no cérebro, que
afetam as emoções podendo também prejudicar a capacidade mental. O cérebro é
formado por inúmeras células que se comunicam entre si, através de substâncias
químicas chamadas neurotransmissoras. No caso das pessoas com depressão, as
substâncias químicas deixam de circular como deveriam”, explica Dr. Leonard Verea, psiquiatra.
Sintomas da Depressão
Os sintomas mais comuns
são tristeza, desânimo, insônia, apatia, falta de alegria, de apetite (algumas
pessoas tem aumento de sono e de apetite), falta de desejo sexual, preguiça -
até mesmo de fazer atividades simples como tomar banho, assistir televisão ou
ler jornal. Ou seja, nos quadros depressivos há uma diminuição geral do nível
de energia da pessoa. Quando um indivíduo enfrenta um processo de depressão,
ocorrem pensamentos pessimistas e repetitivos. O doente perde o interesse por
coisas que gostava de fazer ou por pessoas com as quais apreciava conviver. O
paciente depressivo não consegue se concentrar em uma leitura ou guardar na
memória o que leu. Muitas vezes aparecem ataques de ansiedade, acompanhados por
sudorese, palpitações e tremor. Os pensamentos obsessivos também são comuns: a
pessoa sabe que eles não fazem sentido, mas não consegue tirá-los da cabeça.
Outra característica é
que problemas que antes eram resolvidos com facilidade se tornam tarefas
pesadas e difíceis. Situações que anteriormente eram agradáveis perdem a graça.
Alguns casos desta doença se caracterizam por dores vagas e difusas pelo corpo
ou na cabeça. O intestino pode ficar preso, a boca amarga, a pele envelhecida,
os cabelos e as unhas fracas e sem brilho. Muitas pessoas não conseguem nem
sentir alegria nem tristeza ("sensação da falta de sentimentos"). A
vítima da depressão ainda pode ficar com "ideias fixas". As
principais são as seguintes: achar a situação financeira ruim e sem
perspectiva, além de sentir-se culpado por coisas que fez e que não fez no
passado.
A maior parte dos casos
de depressão surge em consequência de um acontecimento negativo: a perda de uma
pessoa querida; uma demissão sem aviso prévio; um abandono traumático; nestes
casos chamamos de forma reativa da doença. Quando não é possível identificar
facilmente a origem do problema, chamamos de quadro endógeno: é a forma mais
grave; a única para a qual o uso de medicamentos é necessário.
Uma outra diferenciação
é entre a depressão monopolar e a bipolar, conhecidas antigamente como
maníaco-depressiva. Na depressão monopolar, o humor se mantém negativo e é
presente uma diminuição psicomotora com alterações do ciclo sono-vigilia. Já os
que são atingidos pela forma bipolar alternam longos períodos de desespero com
momentos de euforia incontrolável, nos quais a hiperatividade é muito intensa,
junto com uma exagerada consideração de si mesmo.
A Cura da Depressão
A boa notícia para
quem sofre de depressão é que há inúmeras formas de tratamento. Os medicamentos
antidepressivos são uma opção. Entretanto, uma excelente alternativa de cura
para quem não quer se submeter às dosagens medicamentosas é o tratamento por
meio da medicina psicossomática e hipnose dinâmica.
SERVIÇO:
Dr. Leonard F. Verea – médico psiquiatra formado pela Faculdade
de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália. Especializado em Medicina
Psicossomática e Hipnose Dinâmica. Especialista em Medicina do Trabalho e
Medicina do Tráfego. É membro de entidades nacionais e internacionais. Atua
como diretor do Instituto Verea e da Unicap.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Só por Hoje
Só por hoje tentarei viver somente este dia e não desejarei solucionar todos os meus problemas de uma vez.
Só por hoje serei feliz. -Abraham Lincoln disse: "A maioria das pessoas é tão feliz quanto tenha decidido ser"-
Só por hoje me ajustarei à realidade, em vez de tentar ajustar a realidade a minha própria vontade. Aceitarei o que o destino me reservar e farei o melhor que puder.
Só por hoje tentarei fortalecer a minha mente. Estudarei e aprenderei algo proveitoso. Lerei algo que exija esforço, concentração, meditação.
Só por hoje passarei meia hora tranqüilo, completamente só, em relaxamento. Durante este período, algum dia, tentarei Ter uma perspectiva melhor de minha vida.
Só por hoje não terei medo. Especialmente de não desfrutar o que é belo e de acreditar que na mesma medida que dou para a vida, a vida vai me dar...
Só por hoje serei feliz. -Abraham Lincoln disse: "A maioria das pessoas é tão feliz quanto tenha decidido ser"-
Só por hoje me ajustarei à realidade, em vez de tentar ajustar a realidade a minha própria vontade. Aceitarei o que o destino me reservar e farei o melhor que puder.
Só por hoje tentarei fortalecer a minha mente. Estudarei e aprenderei algo proveitoso. Lerei algo que exija esforço, concentração, meditação.
Só por hoje passarei meia hora tranqüilo, completamente só, em relaxamento. Durante este período, algum dia, tentarei Ter uma perspectiva melhor de minha vida.
Só por hoje não terei medo. Especialmente de não desfrutar o que é belo e de acreditar que na mesma medida que dou para a vida, a vida vai me dar...
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
NA MÍDIA: Revista Vença a Depressão
Dr. Leonard Verea como fonte de informação na revista Vença a Depressão, falando sobre medo, pânico, depressão e ansiedade.
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